domingo, 18 de janeiro de 2009

Mais Pedra da Gávea e Feira Nordestina

Bem pessoal, vamos falar mais, digo mostrar mais sobre a Pedra da Gávea, mais especificamente sobre a Carrasqueira. Olha só o Vídeo dos marrentos que eu arrumei pra vcs (copie e cole no endereço, ou vejo ao lado):

http://br.youtube.com/watch?v=6r1iUol-F_w&feature=related

Fala sério, né ?

E a Feira Nordestina, onde vamos bater um rango e dançar um forró ? Já conhecem alguma coisa ? Então anota aí :

Hoje, sim, o maior Nordeste fora do Nordeste, com muita cultura da região.

Tudo começou em 1945, quando os caminhões pau-de-arara, vindos de vários estados do Nordeste, chegavam ao Campo de São Cristóvão trazendo retirantes nordestinos para trabalhar na construção civil, onde já tinham vaga garantida.

O encontro dos recém-chegados com parentes e outros conterrâneos era animado com música e comida nordestinas, dando origem à Feira de São Cristóvão. Durante 58 anos, a tradicional Feira permaneceu no Campo de São Cristóvão, debaixo das árvores. Em 2003, as barracas foram transferidas para dentro do antigo Pavilhão, que foi reformado pela Prefeitura do Rio e transformado no Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas. Hoje, a Feira de São Cristóvão tem boa infra-estrutura de limpeza e segurança, com banheiros públicos e estacionamento.

São cerca de 700 barracas fixas, que oferecem as várias modalidades da cultura nordestina: culinária, artesanato, trios e bandas de forró, dança, cantores e poetas populares, repente e literatura de cordel.

As ruas internas receberam nomes dos noves estados do Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe). Foram batizados com nomes de artistas, personalidades e cidades da região, os palcos João do Vale, Jackson do Pandeiro e Pinto Monteiro e as praças Padre Cícero, Frei Damião, Mestre Vitalino, Câmara Cascuda e Catolé do Rocha.

Hoje, a Feira é um sucesso que atrai cerca de 250 mil visitantes por mês, em um ambiente de sociabilidade, integração e aproximação de pessoas de várias camadas sociais, que se encontram para compartilhar o mesmo gosto pela cultura nordestina.

De terça a quinta-feira, os restaurantes abrem para almoço. A partir de 10h de sexta-feira até 22h de domingo, todas as barracas funcionam, ininterruptamente, animadas por trios e bandas de forró e shows de repentistas e cordelistas.

É nóis !!!!



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