sábado, 6 de fevereiro de 2010

“O único fiorde brasileiro”.


Fiorde significa uma grande entrada do mar em volta de altas montanhas rochosas. Estes cenários são normalmente encontrados na costa oeste da península escandinava, como a Noruega que se utiliza muito bem desse elemento natural como principal atração do país. Os fiordes formaram-se, originalmente, devido a ação de imensas placas de gelo chamadas geleiras, ou glaciares, que se movimentam em direção ao mar como se fossem grandes rios congelados. Os fiordes modernos só existem em regiões costeiras montanhosas onde o clima é, ou foi, frio o suficiente para permitir a formação de geleiras abaixo do nível atual do mar. Por este motivo existe controvérsia sobre o nosso fiorde tropical. Para alguns estudiosos, por não ser datado da Era Glacial e ter águas rasas ele não passaria de uma ria, isto é, uma configuração geográfica formada pela foz de um rio.
Deixando estas discussões de lado, a verdade é que o Saco do Mamanguá me encantou de imediato. Localizado no município de Paraty, fazendo parte da Área de Proteção Ambiental (APA), possui uma uma entrada de mar de coloração esverdeada que se estende por 8 Km até se encerrar no mais bem preservado manguezal da Baía da Ilha Grande. É um cenário único em que o mar esverdeado se encontra com a Floresta Tropical Atlântica, onde vive a comunidade de caiçaras – os pescadores, artesãos e agricultores locais.
O acesso é possível de barco, o que proporciona um passeio inesquecível saindo de Paraty, Paraty-Mirim, opção mais próxima ou por trilhas.
Uma das montanhas mais altas é chamada Pão de Açúcar, com cerca de 400m de altura .O acesso é feito por uma trilha no meio da Mata Atlântica, onde se pode desfrutar de toda a beleza da vegetação nativa da região, além da vista total do Saco do Mamanguá ao chegar no topo.
Fonte: http://www.acasadabussola.com/2009/03/saco-do-mamangua.html

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O Nosso Querido PNSO completou 70 Anos


O Parque Nacional da Serra dos órgão completa 70 anos de criação em 30 de novembro de 2009. Para comemorar mais uma década do terceiro Parque Nacional criado no país serão inauguradas diversas obras e melhorias financiadas pelo Programa Turismo nos Parques, parceria dos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. Entre as novidades estão a nova trilha suspensa, o abrigo de montanha do Açu, os novos centros de visitantes de Teresópolis e Petrópolis com exposições interpretativas, sinalização bilingue, a restauração do Museu von Martius e a reforma dos banheiros, campings e vias internas. As reformas priorizam a questão ambiental e estão sendo instalados sistemas de tratamento biológico de efluentes, substituídos telhados de fibrocimento e aperfeiçoados os sitemas de captação de energia alternativa nos abrigos de montanha, entre outras melhorias.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Vídeos do Rafting em Ribeirão das Lajes

Fala pessoal !!!
Conforme prometido taí os vídeos do bote em que estava esse humilde Zé Ruela, e outras coisitas mais...

Descendo a Montanha russa:


Surfando no Rio:


Olá da galera !!!


E o cachaceiro...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Fotos do Rafting em ribeirão das Lajes

Galera, passo pra vocês em 1ª mão o álbum com as fotos da minha máquina e do pessoal da Tuareg. Mas antes deixar eu expressar minha adrenalina: CARA..........CASSSSSSSSS !!! BOM DEMAIS.
As fotos então, nem se fala: depois de 2 anos de pão-duragem e não pagar pelas fotos externas, tivemos que nos render à qualidade do trabalho e a beleza das fotos... Não tinha nem como.
Agora curte aí as fotos, clicando no quadro abaixo, e os vídeos já estou carregando no Youtube e em breve posto aqui.
Abração !!!
Rafting Ribeirão das Lajes

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Neve do Kilimanjaro pode desaparecer dentro de 20 anos (C.A.)

A neve do Monte Kilimanjaro, o pico mais alto da África, está diminuindo rapidamente, e poderá desaparecer dentro de 20 anos devido ao aquecimento global, alerta um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. A camada de gelo que cobria o Kilimanjaro em 1912 era 85% inferior em 2007 e desde 2000 diminuiu 26%, afirmaram os paleoclimatologistas responsáveis pela pesquisa.

A descoberta aponta para o aumento da temperatura no planeta como a provável causa da perda de gelo. Mudanças na nebulosidade e nas precipitações podem ter tido um papel no processo, apesar de menos importante, especialmente nas últimas décadas.
"É a primeira vez que os pesquisadores calculam o volume de perda nas áreas de gelo congeladas da montanha", indicou o co-autor Lonnie Thompson, professor de ciências da Terra da Universidad de Ohio."Se observada a porcentagem de volume perdido desde 2000 contra a área perdida à medida que diminui o gelo, os números são muito próximos", afirma o estudo.
Enquanto que a perda anual das geleiras montanhosas é mais visível pelo recuo de suas margens, Thomson afirma que é igualmente preocupante a diminuição do gelo da superfície.
Os cumes tanto do Norte e do Sul do Kilimanjaro sofreram uma redução de 1,9 e 5,1 metros, respectivamente. A pequena geleira Furtwangler, que estava derretendo em 2002, se reduziu em 50% entre 2000 e 2009.
"Perdeu a metade de sua espessura", explicou Thomspon. "No futuro, haverá um ano em que veremos o Furtwangler e no ano seguinte terá desaparecido completamente".
Mas os cientistas acrescentaram que não acharam evidência de derretimento constante em nenhuma das mostras de camada de gelo extraídas, que datam de 11.700 anos.
Eles afirmam que seu derretimento demonstra que as atuais condições climáticas vividas pelo Kilimanjaro são únicas nos últimos 11 milênios.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Rafting é atração em Paracambi (RioSulNet)






A cidade de Paracambi reserva cenário propício para bons passeios e aventuras. Uma das atividades que estão em destaque no município é o Rafting. O esporte tem atraído visitantes de vários lugares do Estado e encanta também os moradores. Para tanta animação, as corredeiras do Rio Ribeirão das Lages tem um percurso de 12 quilômetros e com mais de 15 corredeiras e dois remansos e é navegável durante o ano todo.



Saiba Mais: o rafting varia entre os níveis I e VI. Na cidade, os níveis III e IV tornam ideais a prática para iniciantes e intermediários. O nível III é caracterizado por corredeiras com ondas altas e irregulares; passagens estreitas que podem requer manobras complexas; o reconhecimento por terra, feito pelas margens, pode ser necessário. Já o nível IV trata-se de corredeiras longas e difíceis, com passagens estreitas que necessitam de manobras precisas em águas muito turbulentas; um reconhecimento pela margem é geralmente necessário e as condições de resgate podem ser difíceis

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Inaugurações da subsede Piraquara do Parque Estadual da Pedra Branca (Contribuição do CA)


O Governo do Estado do Rio de Janeiro inaugurou neste sábado (17/10), às 10h, a subsede Piraquara do Parque Estadual da Pedra Branca, em Realengo. A ação é parte fundamental dos esforços de preparação ambiental do Rio de Janeiro para as Olimpíadas de 2016. O Parque Estadual da Pedra Branca foi criado em 1974, com cerca de 12.500 hectares. A sede fica no final da Estrada do Pau-da-Fome, em Jacarepaguá, onde também está situado o pico que dá nome a Unidade de Conservação. A Unidade de Conservação, a maior do município, dispõe agora de uma ampla edificação com salas de administração e alojamento para os novos guarda-parques. Eles assumirão as funções no ato da inauguração do espaço comunitário, cuja gestão será das associações de moradores. A estrada de acesso, guaritas e áreas de visitação pública, como o anfiteatro, também passaram por reformas.Além da ampla edificação da subsede, que tem salas para a administração, sala comunitária e alojamento para guarda-parques, foi instalada, ali, uma série de equipamentos de lazer para a população da região, que é super carente de alternativas nesse sentido, ainda mais gratuitas: brinquedos infantis, um novo deck para mergulho em um poço já muito freqüentado por banhistas no rio Piraquara, aparelhos de ginástica, mesas para piquenique, banheiros públicos etc. Foi também construída uma guarita e reformada toda a estrada de acesso. Foi instalada uma tirolesa, que só estará esticada quando houver quem a opere, e em um bloco grande foram colocados grampos para 4 ou 5 pequenas vias em top-rope (e uma para ser guiada - IVsup). Além disso, agora ficam abertas as portas para todo um setor do parque de interesse para os montanhistas, pois dali parte o acesso a algumas vias de escalada, a primeira delas na crista conhecida como Serra do Barata, onde nos anos 80 o Sérgio Bahia e o Antônio Paulo abriram uma via em uma pedra que, pelo seu formato singular, recebeu o sugestivo nome de "Cacetão". Ali perto há também a Pedra Rachada, uma pedra imensa (25 metros de altura) onde há duas vias muito antigas, das quais desconhecemos os dados. Uma seria a sua "Via Normal", uma aderência suicida em cima de um grampo torto e podre - o único de toda a via! A outra é uma chaminé interessante (IIIsup, 25 m), também com um grampo perto do final, e mais nada. Ali, existe a Fissura São Jorge (Vsup (2), 15 m), também toda em friends, especialmente médios e grandes, mas que não deu para fazer em livre devido a um imenso tufo de bromélias junto à mesma. O Parque da Pedra Branca é uma das poucas opções de lazer dos moradores da Zona Oeste. A implantação deste núcleo, além de contribuir para a manutenção e fiscalização da área, também atende a uma antiga reivindicação da comunidade. Alunos das escolas locais e praticantes de diversas religiões organizaram um ato ecumênico. O parque, que já era bastante freqüentado nos finais de semana e feriados, deve se tornar ainda mais popular. O maciço da Pedra Branca abrigará ainda o “Parque de Carbono”, nome dado ao projeto de reflorestamento de toda a vertente norte do ponto culminante do município: o Pico da Pedra Branca, com 1.024 metros de altitude.

domingo, 25 de outubro de 2009

Vídeos de Passa Quatro à Cruzeiro

Obcecados, segue aí os quatro vídeos que fizemos no nosso passeio de Passa Quatro.

O 1º é do Passeio de Trem:


O 2º é do Violeiro no Trem:


O 3º é o Olá da Chegada na Fazenda Pedra Branca:


E o 4º é o Olá geral da Galera:

sábado, 24 de outubro de 2009

Fechamento do Alsene e da Pousada dos Lobos no Planalto de Itatiaia (Colaboração do C.A.)


A Pousada dos Lobos e o Alsene, que são as duas únicas opções de pernoite para o Parque Nacional de Itatiaia foram fechados pela Policia Federal no dia 1 de outubro sem previsão de abertura. A outra opção de pernoite que existe é o Abrigo Rebouças que infelizmente é controlado por um “Cartel” sendo impossível o pernoite lá para pessoas que não fazem parte do esquema.

Segundo a direção do parque, ambas pousadas foram fechadas por não atenderem as condições mínimas de esgotamento. Já tinham sido multadas anteriormente e foram notificadas para se adequarem. Isto também já faz muito tempo. O tempo passou, o Alsene mudou de mãos, e eles nada fizeram. O parque foi infelizmente obrigado a fechar as duas pousadas por determinação superior, leia-se polícia federal.

O dono a Pousada dos Lobos nos informou que ele tinha contratado uma empresa de Varginha que constatou que o esgoto da pousada era tratado e a saída do mesmo, após análise, estava de acordo com as normas exigidas e também quanto a qualidade da água que é utilizada pela pousada. Este laudo com a defesa foi enviado ao Ministério Público, na época em BH, e até a presente data o Mistério Público não se manifestou. Ele ainda informou que há dois anos atrás o Mistério Público contratou a Copasa de Itamonte para fazer análise do esgoto, mas ele não sabe como foram colhidas as amostras e nem onde foram, disse ele que provavelmente pelo resultado apresentado essa amostra foi na entrada da fossa.

Com esse disse-não-disse quem perde sempre são as pessoas que gostam de se aventurar no nosso belo Planalto de Itatiaia, nosso primeiro parque nacional está no CTI – O PNI morre a cada dia nas mãos de pseudoprotetores ambientais

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Se o trem não passa no túnel, nós passamos...

Alegria, chacota e brincadeira marcaram nossa última trilha: Passa Quatro à Cruzeiro. Uma parte feita pelo trem da Mantiqueira, uma charmosa Maria Fumaça de mil e não sei quanto, com parada em duas estações restauradas; e depois seguindo à pé, atravessando o túnel onde houve um conflito constitucionalista entre Mineiros e Paulistas, que também é divisa entre os Estados. Seguimos um trecho pela linha do trem e depois um trecho pela estrada Real. E para finalizar, esse grupo que não consegue emagrecer nas caminhadas, pois no final tem sempre aquele "almojanta" bacana, termina o trajeto numa antiga Fazenda de Café, já em Cruzeiro. Mas nada como as fotos para mostrar a Aventura. Clica aí e aproveite :

Passa Quatro à Cruzeiro